​Psicoterapia 

São inúmeras as razões que nos levam a buscar o tratamento psicoterápico. Psicoterapia, Terapia, Análise – muitas vezes o cliente me pergunta qual é a diferença. Digamos que na abordagem que trabalho qualquer uma dessas formas está correta. Dizemos que uma pessoa está em processo de análise quando ela realmente se abre e se permite o mergulho que vai levá-la em camadas cada vez mais profundas em seu processo de autoconhecimento. Algumas pessoas buscam terapia porque identificam dificuldades em lidar com situações específicas que estão vivenciando, de acordo com sua etapa no ciclo da vida. Mudanças, medos, perdas, frustrações, complexos, baixa autoestima, sofrimentos como ansiedade, depressão e pânico, falta de realização pessoal, desilusões amorosas, relacionamentos afetivos conturbados, dependência emocional do outro, de comida, de álcool e substâncias. Dificuldades em controlar a agressividade ou ausência dela como motor diante da vida. Transtornos de inúmeras ordens, dúvidas e conflitos profissionais, processos somáticos onde o corpo sofre por nossos conflitos emocionais não resolvidos.

 

Em minha opinião, viver não é tão complicado quanto CONviver. Conviver com nossos conflitos internos e chegarmos a um bom termo com nosso próprio eu, com suas inspirações, frustrações, fantasias, limitações, anseios, medos e inseguranças. Conviver com nossa sexualidade, muitas vezes confusa, incerta, controversa e assustadora. Conviver com pessoas da nossa própria família, a qual não escolhemos, mas com quem de uma maneira ou de outra temos que nos relacionar, e de quem o afastamento muitas vezes gera ruptura no fluxo saudável da nossa própria vida. Encontrar e conviver com o companheiro/companheira, sobre o qual projetamos nossas expectativas de preenchimento de um espaço nosso interno ou solução de nossas necessidades, mas de quem muitas vezes encontramos a ausência, o desinteresse, a agressividade e a traição. Conviver com nossos filhos, sobre os quais também fazemos projeções já desde que soubemos do resultado positivo do exame de gravidez, e de quem esperamos um relacionamento respeitoso, carinhoso e gratificante, mas que na maioria das vezes não funciona desta forma, nos deixando perdidos. Conviver com colegas e amigos – de trabalho, de curso, de vida - sobre os quais vamos buscar apoio e companhia, mas onde às vezes encontramos disputa, fofocas (estas sempre destrutivas) e exclusão. 

O processo de análise é uma excelente oportunidade para conhecermos a nós mesmos e aprendermos a lidar melhor conosco, com os outros e com as situações. Principalmente quando aceitamos que não conseguimos mudar o outro.

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© 2019 - Rosimeire Balog Wancelotti - Psicóloga - CRP-SP: 06/81722

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